terça-feira, 16 de março de 2010

Atividade para o dia 18 de março





OBJETIVO:
Levar as crianças a compreender que sendo educadas, terão bons relacionamentos e serão mais felizes.

Historinha para o dia 18 de março

Era uma vez uma menina chamada Tânia. Todos na escola achavam que Tânia era bonita, inteligente e... Muito chata.
Ela chegava logo cedo na escola já de cara feia. Não dava “bom dia” pra ninguém. A moça da portaria até dizia:
- Bom dia, Tânia.
E a Tânia virava a cara e resmungava:
- Hum!
Na hora da aula, haja falta de educação. Se a borracha da Tânia caia no chão ela olhava para a colega e dizia:
- Pega. Não dizia, mandava mesmo.
Na hora da saída para o recreio se ficasse alguém no caminho a Tânia empurrava e dizia:
- Sai!
Que feio né? Mas tem mais. Um dia a Tânia derrubou a lancheira no chão e o Miguel foi logo ajudar. Miguel pegou a lancheira e devolveu para a Tânia. E o que foi que ela fez? Foi grosseira! Tomou com força a lancheira e disse:
- Me dá aqui!
Ah Tânia, Tânia. Outro dia ela estava correndo e esbarrou sem querer no Marquinhos. Ao invés de se desculpar Tânia foi grosseira:
- Quem mandou ficar na minha frente?
Por isso ninguém gostava da Tânia, ninguém brincava com ela. Porque ela era grosseira com todo mundo.
A professora percebeu o que estava acontecendo: Tânia não conhecia as palavras mágicas – as palavras que abrem todas as portas para nós, que fazem as pessoas sorrirem, que tornam nossa vida melhor.
Então a professora chamou Tânia para conversar. E contou pra ela o segredo das palavras mágicas.
A Tânia pensou e pensou naquilo o resto da aula. E no dia seguinte resolveu: ia fazer uma experiência. Ia usar as palavras mágicas pra ver se funcionava.
Logo na entrada a moça da portaria disse:
- Bom dia, Tânia.
A Tânia sorriu e respondeu:
- Bom dia. A moça da portaria ficou muito surpresa.
Na hora da aula a borracha da Tânia caiu no chão. Ela olhou para a colega do lado e pediu:
- Pega pra mim, por favor.
A colega sorriu, pegou a borracha e devolveu para a Tânia. E a Tânia disse sorrindo:
- Obrigada.
A classe parou pra ver. Todo mundo estranhou a mudança de Tânia, mas ninguém falou nada.
Na hora da saída para o recreio o Lucas estava bem no meio da porta. A Tânia olhou bem para ele, sorriu e disse:
- Com licença?
O Lucas sorriu também e mais do que depressa deixou a Tânia passar.
Na hora do recreio Tânia estava correndo e sem querer bateu no Marquinhos. Então ela disse:
- Desculpe. Você se machucou?
O Marquinhos sorriu, disse que não e até convidou a Tânia para brincar de pega-pega.
Tânia foi vendo que as palavras mágicas funcionavam mesmo! E decidiu usar as palavras mágicas sempre.
A mágica foi muito grande mesmo: agora todos gostavam da Tânia, todos queriam brincar com ela.
Eu vou ensinar as palavras mágicas pra você também, ta? Então preste atenção.
Primeiro você precisa de um sorriso. Um sorriso não custa nada para quem dá, e é muito valioso para quem recebe.
Depois é só dizer:
- bom dia, boa tarde. Boa noite
- por favor
- com licença
- obrigado
- desculpe
Com essas palavras mágicas você será muito feliz. E todo mundo – seus colegas, professores, sua família – ficará feliz com você.
Então tente: use as palavras mágicas. Eu garanto que elas dão certo!

Emílio Carlos
(todos os direitos reservados)

Para o mural

quinta-feira, 11 de março de 2010

quarta-feira, 10 de março de 2010

História para o dia 11 de março

Presente de Deus

Naquela tarde de sábado, o sol escondeu-se e as nuvens tomaram conta do céu. A chuva caía e o vento balançava as árvores de um lado para outro.
Dona Esmeralda estava sentada no sofá da sala com seus três filhos: Emília, Luciana e Rafael. Falava da importância da vida.
Rafael, o mais velho, perguntou:
Mamãe, o que é a morte?
A morte acontece quando nossa alma precisa deixar o corpo para habitar outro lugar que Deus preparou para ela.
Como a alma deixa o corpo, mamãe? Perguntou Emília.
Vocês lembram-se do sabiá, que estava preso na gaiola, ontem à tarde e que fugiu rápido, quando encontrou a porta aberta? Assim é a alma saindo da gaiolinha, que é o corpo.
Então, só morre o corpo? Perguntou Luciana, que brincava com um ursinho.
Isso mesmo, filhinha, somente o corpo se destrói. A alma continua a sua caminhada.
Rafael ainda tinha perguntas para fazer.
A morte é igual para todas as pessoas, mamãe?
Sabe, filho, depende de cada um, de cada pessoa. Quem só pensa nas coisas materiais, é muito agarrado às coisas da Terra tem maiores dificuldades. Quem sabe dar o justo valor a cada coisa e pensa em si mesmo como um Espírito imortal que é, enfrenta a morte com mais tranquilidade.
E, para exemplificar, Dona Esmeralda contou para os filhos algumas passagens da vida de Chico Xavier, sua dedicação em fazer o bem a todos que o buscavam, o carinho que tinha com os animais e como foi tranquila a sua desencarnação.
E depois de toda aquela explicação, mãe e crianças foram para a cozinha estourar pipocas, e se deliciaram comendo-as, enquanto olhavam a chuva molhando as flores do lindo jardim.
Elza Pereira Dalla Costa

terça-feira, 9 de março de 2010

Cartaz Aniversariantes do Mês


CARTAZ DA PORTA